segunda-feira, 30 de abril de 2012

Top 10 a lista das dez mulheres mais bonitas do mundo em 2012.

Semana passada saiu uma lista da revista "PEOPLE", onde divulgou  as 10 mulheres mais bonita do mundo, na minha opinião só quem escapa é a Beyonce, porém não teve nenhuma brasileira nesta "lista" que na verdade merecia uma representante nossa, segue abaixo a relação das dez mais:
10ª Kite Middleton, 30 anos;
 9ª Miranda Lambert, 29 anos;
 8ª Paula Patton, 37 anos;
 7ª Michelle Willians, 32 anos;
 6ª Cristina Hendricks, 37 anos;
 5ª Madelene Stone, 53 anos;
 4ª Lily Collins, 23 anos;
 3ª Charlize Theron, 36 anos;
 2ª Sofia Vergara, 39 anos;
 1ª Beyonce, 30 anos;

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Utilidade Pública Parte IV

4. Multa de trânsito: Essa acho que poucos sabem...
No caso de multa por infração leve ou média, se você não foi multado pelo mesmo motivo nos últimos 12 meses, não precisa pagar a multa. É só ir ao DETRAN e pedir o formulário para converter a infração em advertência com base no Art. 267 do CTB. " Levar xerox da carteira de motorista e a notificação da multa... Em 30 dias você recebe pelo correio a advertência por escrito. Perde os pontos, mas não paga nada.
Art. 267 - Poderá ser imposta a penalidade de advertência por escrito de natureza leve ou média, passível de ser punida com multa, não sendo reincidente o infrator, na mesma infração, nos últimos doze meses, quando a autoridade, considerando o prontuário do infrator, entender esta providência com mais educativa. 

Super-heróis em ação! | Buchicho Guia | O POVO Online


quinta-feira, 26 de abril de 2012

Utilidade Pública Parte III

3. Lenda: Não existe tratamento eficaz para queda de cabelo.
Tudo mentira, já existem produtos naturais que tratam seu couro cabeludo, em muitos casos eliminando a queda de cabelo para sempre. 
Aqui está: - http://www.fimdaquedadecabelo.net



quarta-feira, 25 de abril de 2012

Utilidade Pública Parte II

2. Auxílio a Lista: Telefone 102... não!
Agora é: 08002800102
Vejam só como não somos avisados das coisas que realmente são importantes......
NA CONSULTA AO 102, PAGAMOS R$ 1,20 PELO SERVIÇO.
SÓ QUE A TELEFÔNICA NÃO AVISA QUE EXISTE UM SERVIÇO VERDADEIRAMENTE GRATUITO.

Não custa divulgar para mais gente ficar sabendo.



terça-feira, 24 de abril de 2012

Utilidade Pública Parte 1

Utilidade Pública Parte 1

DIVULGUEM PARA O MAIOR NÚMERO DE PESSOAS.

1. Certidões: quem quiser tirar uma cópia da certidão de nascimento, ou de casamento, não precisa mais ir até um cartório, pegar senha e esperar um tempão na fila.

O cartório eletrônico, já está no ar! www.cartorio24horas.com.br
 
Nele você resolve essas (e outras) burocracias, 24 horas por dia, on-line. Cópias de certidões de óbitos, imóveis, e protestos também podem ser solicitados pela internet.
Para pagar é preciso imprimir um boleto bancário. Depois, o documento chega por Sedex.
Passe para todo mundo, que este é um serviço da maior importância.



segunda-feira, 23 de abril de 2012

Top 10: Países onde vivem mais brasileiros!!


A partir de hoje, toda semana vou postar curiosidades, sobre o top 10, ou seja, fatos ou relatos de ranking de 1ª a 10ª posição, de assuntos, locais, empresas, de um modo geral. Então aí vai!!!! Começando com o ranking dos países onde vivem mais brasileiros nesse mundão gigante:

Vamos lá!
1º Lugar – Estados Unidos – 1.200.000
2º Lugar – Paraguai – 500.00
3º Lugar – Japão – 300.00
4º Lugar – Reino Unido – 150.000
5º Lugar – Portugal – 147.500
6º Lugar – Itália – 132.000
7º Lugar – Espanha – 110.000
8º Lugar – Alemanha – 46.000
9º Lugar – Argentina – 38.500
10º Lugar – França – 30.000


Heineken lança “Kaiser Barril”, made in Netherlands.


A Kaiser Barril tem como exclusividade o sistema de pressão do barril, tecnologia desenvolvida há um ano pela Heineken e usada pela primeira vez fora da Europa. A embalagem é plástica, diferente das de latão de 5 litros usadas por aqui, sendo diferencial o sistema de pressão parecido com os de desodorante aerosol, que dá ao produto aquela “espuminha” característica do chopp.
A loirinha vem direto da Holanda, numa média de 20 dias para chegar aos distribuidores aqui, e pode ser consumida em até 30 dias após aberta a embalagem. O preço médio de venda sugerido pela Kaiser é de R$ 34,77. Neste mesmo formato, apenas Heineken e Amstel são comerciadas assim, e apenas na Europa.
A meta da Heineken é dobrar, até 2020, sua participação de 3% para 6% no mercado brasileiro. Campanhas publicitárias da Kaiser Barril começam a ser vinculadas em maio.

Curiosidades

  • A cervejaria fará campanha de marketing para ensinar o consumidor a “tirar” o chopp de forma correta, aproveitando ao máximo as características do produto.
  • Os barris são fabricados na Den Bosh, Holanda. São 1.200 barris por hora e a linha de produção funciona 24 horas por dia, cinco dias por semana.
Fonte: www.papodebar.com


sexta-feira, 20 de abril de 2012

segunda-feira, 16 de abril de 2012

BITOM NEWS: Bowser Beer, a primeira cerveja para cães.

BITOM NEWS: Bowser Beer, a primeira cerveja para cães.: Eu achava que os japoneses que eram os campeões em criar produtos bisonhos. A cerveja do momento para cães é a "Bowser Beer" aromatizada co...

Bowser Beer, a primeira cerveja para cães.

Eu achava que os japoneses que eram os campeões em criar produtos bisonhos. A cerveja do momento para cães é a "Bowser Beer" aromatizada com carne ou frango e eu não acredito que uma cerveja de carne, ou frango, possa ser boa, principalmente com um público-alvo canino. Mas o pior de tudo, ela não tem álcool, aí sim, realmente, não tem como gostar da cerveja. 

A empresa que criou essa primeira cerveja para cães é dos EUA, como já foi dito, e a cerveja é vendida por lojas de animais, pet shops, em Nova York. Nada mais justo, claro. Mas ainda sim seria bem interessante vender em bares onde a presença de animais (domésticos e não os bebedores ogros) seja permitida. "Ae, me vê uma cerveja pra mim e uma canina pro meu parceiro cão aqui!" Porra, altamente fodástico.  

E o pior é que em outros países, como Polônia, Bélgica e Alemanha, uns malucos criaram cervejas especiais para cachorros. Só tem maluco nessa porra. Mas te falar? Fiquei curioso em beber ehehehhehehhehheheh

O que acham dessa bizarrice?

 

Sites: http://www.bowserbeer.com/

           http://www.papodebar.com




sexta-feira, 13 de abril de 2012

O Dia do Beijo




Um beijo é o toque dos lábios com qualquer coisa, normalmente uma pessoa. Na cultura ocidental é considerado um gesto de afeição. Entre amigos é utilizado como cumprimento ou despedida. O beijo nos lábios de outra pessoa é um símbolo de afeição romântica ou de desejo sexual, neste último caso, o beijo pode ser também noutras partes do corpo, ou ainda o chamado beijo de língua, em que as pessoas que se beijam mantêm a boca aberta enquanto trocam carícias com as línguas.

Werbiton Marinho Bitom

A ORIGEM DA SEXTA FEIRA 13

A ORIGEM DA SEXTA FEIRA 13


A crença de que o dia 13, quando cai em uma sexta-feira, é dia de azar, é a mais popular superstição entre os cristãos. Há muitas explicações para isso. A mais forte delas, segundo o Guia dos Curiosisos, seria o fato de Jesus Cristo ter sido crucificado em uma sexta feria e, na sua última ceia haver 13 pessoas à mesa: ele e os 12 apóstolos.
Mas antigo que isso, porém, são as duas versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica:
  •  Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser chamado e armou uma briga que terminou com a morte de Balder, o favorito dos deuses. Daí veio a crendice de que convidar 13 pessoas para um jantar era desgraça na certa;
  • Segundo a outra lenda, a deusa do amor e da beleza era Friga (que deu origem à palavra friadagr = sexta-feira). Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, a lenda tranformou Friga em bruxa. Como vingança, ela passou a se unir todas as sextas com outras 11 bruxas e o demônio. Os 13 ficavam jogando pragas aos humanos; 
O número 13

A crença na má sorte do número 13 parece ter tido sua origem na Sagrda Escritura. Esse testemunho, porém, é tão arbitrariamente entendido que o mesm algarismo, em vastas regiões do planeta - até em países cristãos - é estimado como símbolo de boa sorte. O argumento dos otimistas se baseia no fato de que o 13 é um número afim ao 4 (1 + 3 = 4), sendo este símbolo de próspera sorte. Assim, na Índia, o 13 é um número religioso muito apreciado, os hindus apresentam normalmente 13 estátuas de Buda.

Na China, não raro os dísticos místicos dos templos são encabeçados pelo número 13. Também os mexicanos primitivos consideravam o número 13 como algo santo, adoravam, por exemplo, 13 cabras sagradas. Reportando-nos agora à civilização cristã, lebramos que nos Estados Unidos o número 13 goza de estima, pois 13 eram os Estados que inicialmente constituíam a Federação norte-americana. Além disso, o lema latino da Federação. " E pluribus unum" (de muitos se faz um só), consta de 13 letras, a àguia norte-americana está revestida de 13 penas em cada asa.

Conclusão

Isso só mostra a "fantasia" que existe no número 13 vem de muitos anos, mas nunca deixou de ser esquecida, alguns acham o número do azar, outros o amuleto da sorte, uma crença ou fato, quem vai saber!!!!! 


Fonte: Universal Brasil

terça-feira, 10 de abril de 2012

Primeiro reforço do Vozão para Série B do Brasileirão.

Primeiro reforço.
Um deles já está certo, é o zagueiro Vitor Hugo, de 20 anos, atualmente titular da zaga do Ituano. O acerto entre clube e jogador já está feito, apesar da negativa da diretoria alvinegra, que só costuma anunciar reforços quando eles já estão em Porangabuçu.
Os demais nomes que vêm sendo tentados pelo Vozão seguem sob sigilo.
O atleta
Vitor chegou ao Ituano em dezembro de 2011, participando de toda a preparação do clube para o Campeonato Paulista, onde o Ituano é o 12º colocado atualmente. Ele vem sendo titular durante a campanha no Paulistão, um dos homens de confiança do técnico Geninho.
Ficha Técnica
Vitor Hugo Franchescoli de Souza
Posição: zagueiro
Natural de: Guaraci/PR
Altura: 1,87 m
Peso: 80 kg
Data de nascimento: 20/05/1991 (20 anos)
Clubes anteriores: Santo André/SP, Sport/PE


Cachaça brasileira reconhecida pelos EUA



Ceará é 5ª em venda externa

"Amansa sogra", "consola corno", "pinga", "marvada". São muitos os apelidos criados pela criatividade popular para a cachaça, bebida de grande importância cultural e econômica para o Brasil e que acaba de conseguir uma importante conquista: ser chamada pelo seu próprio nome nos Estados Unidos e ser reconhecida pelo País como um produto genuinamente brasileiro.

Nesta segunda-feira, o titular do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil (Mdic), Fernando Pimentel, e o representante de comércio dos Estados Unidos, Ron Kirk, assinaram um pacto por meio do qual a cachaça brasileira e o bourbon norte-americano serão mutuamente reconhecidos como "produtos distintos".

O pacto referente às aguardentes características dos dois países faz parte de uma série de acordos assinados por ocasião da visita da presidente Dilma Rousseff à Casa Branca para reforçar as relações entre as duas maiores economias das Américas. O documento ainda precisa ser ratificado pelo Departamento do Tesouro dos EUA.

Pelo acordo, somente cachaças produzidas no Brasil poderão ser comercializadas como tal nos EUA. Em contrapartida, somente os bourbons norte-americanos poderão ser assim vendidos no Brasil. O bourbon é uma aguardente de milho.
Repercussão
Por meio de nota, Ron Kirk qualificou o acordo como "um acontecimento muito positivo para nossas indústrias e um reflexo do compromisso de nossos governos com relações bilaterais de comércio mais fortes".

Para Cláudio Targino, presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Águas Minerais, Cervejas e Bebidas em Geral do Estado do Ceará (Sindibebidas-CE) e da Colonial Indústria de Bebidas, a medida foi positiva por se tratar de uma questão de identidade.

"Os EUA tratavam a cachaça como rum, mas essas duas bebidas, embora derivem da cana-de-açúcar, são diferentes. Então, essa foi uma conquista muito boa, pois se trata de uma questão de identidade. É como se uma pessoa passasse a ser tratada pelo seu nome verdadeiro, não pelo seu apelido. É importante o reconhecimento da cachaça como um produto genuinamente brasileiro, assim como o México possui a tequila, a Rússia a vodca etc.", afirma.
Ranking das exportações
Conforme o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), os Estados Unidos são o segundo maior consumidor mundial da cachaça brasileira, tendo adquirido, em 2011, 10,5% dos total exportado pelo Brasil, atrás apenas da Alemanha (18,8%). Ao todo, as exportações de cachaça do Brasil somaram US$ 17,29 milhões em 2011, um valor recorde e que representa um incremento de 8,4% sobre o ano de 2010.

No Ceará, as exportações de cachaça em 2011 cresceram acima da média brasileira, atingindo US$ 1,17 milhão, o que representa uma expansão de 8,7% com relação a 2010.

Atualmente, o Ceará ocupa a quinta colocação no ranking dos 14 estados brasileiros que exportam a cachaça, respondendo por 6,8% do total exportado pelo País. Segundo o Mdic, a cachaça cearense é exportada para 16 países, tendo como principais destinos a França (26,4%), Espanha (25,0%, Estados Unidos (15,3%) e Alemanha
(5,4%).

quinta-feira, 5 de abril de 2012

BITOM NEWS: Redes Sociais

BITOM NEWS: Redes Sociais: A realidade mostra o avanço da internet e logo atrás as redes sociais como uma ferramenta de estímulo para que o usuário seja dependente de...

Redes Sociais

A realidade mostra o avanço da internet e logo atrás as redes sociais como uma ferramenta de estímulo para que o usuário seja dependente de uma dessas “redes”, quem usa a internet ou tem um computador em casa ou no trabalho, já possui uma conta que ingresse no mundo online, só bastam alguns clics e pronto você pode conectar com várias pessoas do seu meio familiar, do trabalho ou de uma comunidade que você participe, ou até mesmo compartilhar uma foto ou vídeo de seu interesse. Lembrando que você tem que ter cuidados, para depois não se arrepender, no que você registrar ou postar, pois a partir do momento que você ingressa em uma rede social, estar apto a ter pessoas conhecedoras do que você faz ou deixar de fazer.

terça-feira, 3 de abril de 2012

Pensamento do dia!!!!!

Se a pílula do dia seginte já é considerado um aborto, conclui-se, no âmbito jurídico que a masturbação é um homicídio, premeditado, sexo oral é canibalismo, coito interrompido é abandono de incapaz, sexo com camisinha é homicídio por asfixia, e sexo oral é mandar o filho à merda.

Qual é o melhor antivírus gratuito?

São Paulo – Há várias opções de antivírus gratuitos para baixar da internet. E quando é preciso escolher um deles, o usuário sempre se questiona: qual deles é o melhor para defender o PC dos vírus?
O INFOlab resolveu encontrar a resposta. Para isso, colocou os cinco antivírus gratuitos mais baixados do Downloads INFO (AVG, Avira, Avast, Imunnet e Microsoft Security Essentials) para se enfrentarem em um teste que analisou o potencial de proteção, o desempenho e também os recursos de cada um deles.
Os antivírus enfrentaram uma amostra com 21.587 vírus. No pacote, feito com pragas que surgiram no mercado de 2010 para cá, malware de todo tipo: cavalo de troia, botnet, time bombs, worms, hijackers, entre outros. Além do poder de detecção, o INFOlab avaliou a capacidade dos antivírus em detectar phishings e o desempenho de cada um deles durante a varredura da máquina.
O INFOlab avaliou ainda o desenho da interface e a facilidade de uso cada um dos programas. Um antivírus complexo de usar é difícil de configurar, ou seja, dificulta a vida dos usuários. Os recursos extras também foram avaliados – eles são importantes para ampliar a proteção do micro.
Mas antes de partirmos para o resultado, algumas considerações sobre o teste.
- O INFOlab testou os antivírus nas mesmas condições, ou seja, no mesmo sistema operacional (Windows 7 Ultimate 64 Bits totalmente atualizado) e no mesmo computador: um PC equipado com um processador AMD FX-8150 de oito cores de 3,6 GHz, 4 GB de memória RAM e disco SSD de 128 GB.
- os antivírus enfrentaram ainda um repositório de phishings. Os endereços foram acessados a partir do navegador Internet Explorer 9, devidamente atualizado, com as configurações padrões e, inclusive, sem nenhum tipo de add-on ou extensão. O recurso filtro de segurança, que usa recursos de proteção do Windows, foi desabilitado durante o teste.
- todos os programas, durante o teste, tinham as atualizações – definições contra vírus - mais recentes disponibilizadas pelos fabricantes.
- um antivírus bom não pode ser medido apenas pelo nível de detecção, mas também pelos recursos extras e, claro, desempenho. Por isso, esses dois tipos de dados foram levados em consideração na avaliação dos produtos.

O antivírus da Microsoft não ficou na última posição à toa. Ele teve um péssimo desempenho nos testes do INFOlab. Quando foi exposto ao pacote de pouco mais de 21 mil vírus, só detectou 1,7 mil malware – e gastou mais de 4 horas e meia para a tarefa. Para piorar, o antivírus não aumentou a proteção do sistema contra phishing, deixando o usuário exposto aos links maliciosos da internet, e nem disponibiliza recursos para aumentar a sensibilidade da detecção de vírus.
Dos cinco antivírus testados, o Microsoft Security Essentials é o que mais consome memória do sistema quando está em standby (cerca de 12 MB – mas o número pode variar de um computador para outro). O software, como a maioria dos rivais, é fraquinho no pacote de recursos: oferece apenas antispyware, antirootkit e uma integração com o firewall nativo do Windows 7.
Se o programa ficou devendo na detecção, o software acerta na interface. Ela está totalmente em português e não abusa dos termos técnicos (o que é bom para os leigos). Contudo, o software não é recomendado para quem conhece pouco de informática, já que ele não é capaz de garantir eficiência na proteção contra as pragas da internet. Ou seja, o software só dá a falsa impressão de proteção.

O Avira detectou cerca de 10 mil vírus do pacotão com 21 mil malware (menos da metade). Um desempenho bastante fraco. O antivírus também foi incapaz de ampliar a defesa contra links maliciosos no Windows – um tipo de proteção que é extremamente necessário hoje, visto que a maioria dos ataques de segurança se origina na internet.
O software deixou a desejar também na parte de desempenho.
Quando estava em standby, o Avira consumia cerca de 10,7 MB da memória RAM. No entanto, quando é ativado para rastrear vírus no PC, o Avira aumenta bastante seu consumo: na máquina do INFOlab, foi para mais de 150 MB e deixou o micro bastante lento. O valor é quase 12 vezes maior do que a média registrada nos demais antivírus do teste.
O Avira também apresentou um outro incômodo (e que pode irritar muito os usuários que gostam de PCs rápidos): ele dobra o tempo do boot. Ou seja, se o seu Windows demora 20 segundos para ligar, com o Avira instalado ele vai levar 40 segundos para ficar pronto para uso.
O software também é pobre em recursos e só oferece um extra: um sistema antispyware. A interface, no entanto, é bem boa. Apesar do visual simplista, os comandos são organizados e fáceis de encontrar. Um leigo, por exemplo, não terá dificuldade em compreender os comandos para realizar a varredura específica.
A interface do programa também oferece um painel com opções avançadas, ideal para os usuários com um perfil mais técnico. Nela, por exemplo, estão as opções para aumentar a sensibilidade do antivírus e refinar algumas características. Contudo, nem aumentando a sensibilidade da varredura, o Avira melhorou seu desempenho – o que faz dele um antivírus arriscado para quem navega por sites suspeitos e não se preocupa ao abrir qualquer tipo de anexo que recebe pelo e-mail.

O software é um pouco diferente dos demais. Enquanto os outros antivírus usam vacinas baixadas da internet, o Immunet consulta uma base de proteção local e outra que está na nuvem. Em tese, isso aumenta a proteção: já que o software sempre tem acesso a uma base mais atualizada de vacinas.
Só que essa vantagem, no entanto, não foi capaz de colocar o Immunet na frente neste teste. No INFOlab, o antivírus detectou apenas 10,9 mil vírus do pacote de vírus (com cerca de 21 mil ameaças). O software foi mal também na parte de phishing: ele não bloqueou o acesso do Windows a alguns links maliciosos.
Por usar a nuvem de internet durante a investigação de vírus no PC, ele demorou 327 minutos para analisar o pacote de vírus – ou seja, quase seis horas. O tempo é muito extenso, ainda mais quando se leva em conta que o computador que o INFOlab usou é de alto desempenho e a conexão banda larga de alta velocidade.
O Immunet Free Antivirus, no entanto, foi um dos software que menos consumiu memória do computador durante o teste. Quando estava em standby, ele usava 2 MB de memória do sistema; já quando era ativado para fazer a varredura de vírus, o Immunet aumentava o uso para 10,3 MB. O software também afetou pouco o boot do Windows: aumentou apenas em 23% a inicialização do sistema operacional.
Se vai bem no desempenho, o software vai mal na interface (que é só disponibilizada em inglês). A central de controle do Immunet parece que não evoluiu como as dos demais antivírus. Os comandos estão distribuídos desordenadamente e, em alguns momentos, são lentos e poucos intuitivos – o usuário mais leigo poderá se perder para executar uma varredura mais avançada. O software também oferece poucas opções de configurações avançadas, o que desagrada os usuários mais exigentes e ávidos por refinar a segurança do micro.

O AVG, durante os testes, deu um susto. Ao enfrentar o pacotão de vírus, ele insistia em detectar apenas 95 vírus. Depois de algumas investigações, o problema foi descoberto: ele é configurado nativamente para ignorar arquivos sem extensões executáveis. E como a maioria dos vírus não tinha uma extensão executável (como .exe e .pif), o AVG não identifica os malware.
Ao mudar as configurações do software para obrigá-lo a investigar todos os arquivos, o cenário mudou. Com a sensibilidade ampliada, o AVG não só identificou os vírus como teve o melhor desempenho de detecção do teste: descobriu e eliminou 16,2 mil pragas do pacotão de 21 mil vírus.
Segundo a AVG, o software deixa de varrer (na configuração nativa) os arquivos não executáveis para ter um melhor desempenho. A ideia da empresa é boa, pois deixa a varredura rápida. Mas também cria um problemão. Se o usuário não muda as configurações do AVG, o PC pode ficar com vírus inativos armazenados e, assim, se tornar um hospedeiro de ameaças (segundo os próprios fabricantes de antivírus, arquivos não executáveis, como imagens e PDFs, podem conter vírus).
Na parte de desempenho, o software registrou uma marca ruim. Ele ampliou o tempo do boot do Windows em 223%. O consumo de memória dele também foi alto frente aos outros antivírus do teste: em standby, o AVG 2012 Fre usou quase 10 MB de memória RAM; quando estava caçando vírus, o programa consumiu cerca de 16 MB.
O antivírus, por ser gratuito, tem um bom pacote de recursos. Além da proteção contra vírus, ele traz ferramentas para defender o PC de phishing, rootkits e spywares. Ele também instala um widget no desktop do Windows – que funciona como um atalho para a varredura padrão do AVG.
A interface do programa é simples, organizada e intuitiva – indica bem o que está ativo e inativo, por exemplo. No entanto, quando o usuário acessa a parte de opções de cada um dos recursos do software, ele pode se perder por causa da quantidade de opções. Apesar dos problemas, o AVG 2012 Free – quando configurado corretamente –  é uma excelente solução para defender o PC.
N.E.: Para ativar a varredura de arquivos não executáveis no AVG Free 2012, o usuário deve ir até a opção Ferramentas. Nesta opção, escolher Configurações Avançadas e na sequência Verificações. Feito isso, ativar as quatro opções de verificações (Verificar todo o computador; Verificação de Extensão de Shell;  Verificar Arquivo / Pastas; e Verificação de dispositivo móvel).

1º – Avast 7 Free
No teste do INFOlab, o Avast venceu o AVG por detalhes. O programa capturou 15,8 mil vírus do pacote de 21 mil vírus (400 a menos do que o AVG), contudo, ele não precisou ter sua sensibilidade de varredura aumentada para isso. Ainda na parte de proteção, o software garantiu uma proteção bastante eficaz no acesso a um conjunto de sites que contaminam o PC com malware.
Dos cinco, o software é o que consumiu menos memória RAM quando estava em standby, em torno de 2 MB. Durante a varredura, o consumo aumentava para quase 6 MB e não comprometia o desempenho do computador do INFOlab.
Ele não impactou muito o desempenho do Windows: o sistema operacional ficou cerca de 41% mais lento no boot depois que o Avast foi instalado.
No teste, foi constatado que o Avast é o que mais oferece recursos. Ele vem com proteção contra phishing, spyware e rootkit. Tem ainda sistemas para verificar vírus em e-mails, mensageiros e programas de trocas de arquivos P2P. O conjunto, vale dizer, aumenta a capacidade de proteção do software.
O software, que até a versão 4.8 sofria com sua interface confusa e feia (quem se lembra do modelo que imitava um player de áudio?), agora tem uma central de controle sofisticada, bonita e bem intuitiva. Os usuários encontram facilmente os botões para a varredura contra vírus e as configurações são fáceis de fazer. Essa facilidade toda é graças aos textos que explicam os comandos do software, que estão bem localizados.
É por causa desse equilíbrio em todos os quesitos, que o software foi o que mais se destacou nos testes do INFOlab.
Fonte: